Cuide do seu carro

Tudo sobre manutenção preventiva e cuidados com o carro.

Assim como colocar rodas esportivas (conforme falamos no post Rodas esportivas: além de um simples acessório), rebaixar o carro é uma forma de deixar o carro mais bonito e chamar a atenção das pessoas na rua (pelo menos na opinião de alguns…).

Existem duas formas de se fazer isso: cortando as molas ou substituindo as originais por esportivas, que são vendidas em qualquer centro automotivo.

Porém, após realizar o tão sonhado retoque estético, algumas dores de cabeça podem aparecer. Há seguradores que não fazem a cobertura de carros cuja estrutura original foi alterada, e a apólice deixa de valer a partir do momento em que a modificação é realizada. Também fica mais difícil de vender o carro, já que o mercado não vê com bons olhos estas alterações.

Sem contar a perda de conforto, principalmente ao passar por buracos. Com menos material para absorver o impacto, o motorista e os passageiros irão sentir muito mais os solavancos ao passar em buracos e lombadas.

Vale também ressaltar que não é seguro andar em alta velocidade com o carro rebaixado, pois a estabilidade diminui.

No post Alinhamento e balanceamento trazem maior economia e segurança, falamos sobre a importância deste tipo de manutenção para o carro (e também para o bolso do dono).

Mas é preciso que o motorista saiba que, mesmo antes de completar o tempo ou a quilometragem, se o carro precisa ser alinhado ou balanceado, ele “avisa” o dono, ao cantar os pneus em curvas com baixa velocidade.

Isso acontece devido à queda na aderência do pneu em relação ao solo. A estabilidade diminui e o risco de o motorista perder o controle aumenta.

Um teste realizado em uma pista particular mostrou que os efeitos sobre roda e suspensão se agravam de forma exponencial. Ou seja, a cada curva com cantada de pneu, as peças do carro podem ficar prejudicadas.

Então, fique esperto! Aos primeiros sinais, procure um centro automotivo de confiança.

Quem não trabalha com pneus dificilmente saberá as peculiaridades deste importante componente do carro.

Se hoje economizamos combustível e os preços estão mais acessíveis, isto provém de vários estudos e experimentos feito pelos fabricantes.

O blog Cuide do seu Carro separou algumas curiosidades, confira:

  • Os pneus são feitos com uma borracha derivada do petróleo e não da seiva da seringueira;
  • Os pneus de carros poderiam ser transparentes, como os de skates e patins. Os primeiros pneus tinham em sua composição a fuligem e este era o elemento que dava a cor preta. Atualmente, a fuligem foi substituída pela sílica. Porém, os fabricantes preferiram manter o padrão da cor;
  • Existe uma data de validade dos pneus: cinco anos a partir da data de fabricação. É possível saber a data observando um número na lateral do mesmo;
  • Os pneus de trator contêm água em seu interior, para ter um peso maior e conseguir maior aderência à terra fofa;
  • Já os de avião são calibrados com nitrogênio, para que suportem uma variação de temperatura que vai dos -60º durante o voo até os 100º na aterrissagem.

Fonte: Revista Quatro Rodas

Quem acompanha o blog Cuide do seu Carro já viu diversas dicas de como manter os pneus e os amortecedores em bom estado.  Desde a manutenção preventiva até cuidados periódicos são importantes para se evitar gastos desnecessários e manter o bom funcionamento das peças.

Há também outra forma prática para prolongar o uso dos pneus: o rodízio dos pneus. Trata-se da troca entre os pneus dianteiros com os traseiros, de forma que todos tenham um desgaste uniforme no longo prazo.

Isso porque cada pneu suporta um peso diferente, portanto é normal um desgaste diferente. Cada tipo de carro (utilitário, esportivo, popular etc.) necessita de uma forma de rodízio.

Por isso, o melhor a fazer é levar o seu automóvel ao centro automotivo de sua confiança. O profissional poderá indicar a melhor maneira e os prazos para este rodízio.

Um dos hábitos mais praticados pelos amantes de carros é a lavagem semanal do seu “bicho de estimação”. Seja em casa, em um posto de gasolina ou num lava-jato, manter o automóvel limpo é mais do que um trabalho, é como se fosse uma terapia.

Existem alguns produtos que devem ser evitados ao lavar os pneus, pois o contato pode ressecar a borracha e provocar algum dano. São os derivados do petróleo e os óleos, que às vezes são usados para dar brilho aos pneus. Estes produtos devem ser evitados.

A melhor forma de limpar os pneus é com água e sabão neutro. Para as rodas, pode ser usada uma escova de cerdas macias, que tira as manchas nos cantos que a esponja não alcança. Pra dar um brilho nas rodas, há produtos específicos nas prateleiras de lojas especializadas e até de supermercados.

Fique atento!

Qualquer pessoa já parou para admirar as rodas esportivas de um carro (ou pelo menos qualquer pessoa que goste de carros…). Este acessório, feito de liga leve, um dos mais valiosos para um automóvel, chama a atenção da mesma forma que dá certo status a seu dono.

Porém, antes de sair comprando a roda mais bonita que encontrar, existem alguns detalhes que precisam ser observados. Essas rodas esportivas são chamadas de “alta performance”, pois são mais largas e aderem melhor ao solo, por isso fazem com que o consumo de combustível seja maior.

Outro aspecto importante é a conservação. Passar por ruas esburacadas ou com muitas lombadas pode danificar tanto a roda quanto a suspensão, que fica sobrecarregada.

Além disso, para uma roda especial, é necessário comprar um pneu adequado a ela, completando um “kit”. Por isso, é essencial ponderar o custo-benefício da compra: se o carro é usado diariamente, não é vantajoso possuir uma roda de liga leve.

Por outro lado, se o carro é usado apenas aos finais de semana, adquirir as rodas esportivas são um ótimo investimento para a beleza do carro (e, às vezes, até para a valorização).

Embora possam ser realizadas a cada seis meses ou 5 mil km, o alinhamento e o balanceamento são itens muito importantes para a segurança  tanto do motorista quanto dos passageiros.

O carro, se estiver mal alinhado, tem a dirigibilidade prejudicada e produz instabilidade. O motorista pode fazer uma curva de forma errada e ocasionar um acidente, por exemplo.

Financeiramente, também é vantajoso realizar a manutenção com frequência, pois o carro consome menos combustível e o desgaste dos pneus se dá de forma homogênea. Por isso, caso perceba que a direção treme, ou que o carro não segue a direção, leve o automóvel a um centro automotivo.

Poucas pessoas sabem, mas a calibragem dos pneus deve (ou pelo menos deveria…) ser feita semanalmente e tem de obedecer algumas condições. Por exemplo: o pneu deve ser calibrado quando estiver frio.

Ou seja, assim que sair de casa, vá primeiro ao posto para depois rodar pela cidade. Todos os pneus devem ser calibrados, inclusive o estepe.

A quantidade de libras da calibragem deve ser igual à indicada pelo fabricante. Mas se for viajar ou se o carro for carregar peso além do que está acostumado, pode-se colocar algumas libras a mais. Jamais encha o pneu com libras a menos, pois este ficará murcho e poderá causar aumento no consumo do combustível, maior desgaste da borracha e diminuição da vida útil do produto.

Com o pneu sempre calibrado, o consumo de combustível tende a cair, gerando economia ao motorista. A suspensão é preservada, prolongando alinhamento e balanceamento. Além disso, é possível notar o quanto antes quando há algum problema, como furo ou vazamento de ar.

Pra fechar os posts sobre óleo lubrificante, uma pergunta muito comum: o que é filtro de óleo e quando deve ser trocado?

O filtro de óleo destina-se a reter impurezas que permaneceriam em circulação no motor, ocasionando em redução de vida útil e possíveis danos. Geralmente troca-se o filtro na primeira troca de óleo e, depois, a cada duas trocas.

Caso algum frentista de posto de combustível ou mecânico afirme que o óleo lubrificante do seu carro está preto e é bom trocar, simplesmente não acredite.

Os óleos minerais puros, para que atendam às normas nacionais e internacionais, são aditivados com substâncias como antioxidantes, anticorrosivos, dispersantes detergentes etc.

O óleo estar preto é uma indicação de que estes aditivos, especialmente os dispersantes detergentes, estão atuando corretamente. Isto é: limpando o motor, dissolvendo lacas, vernizes, partículas sólidas e mantendo-as em suspensão – impedindo, desta forma, que estas substâncias adiram ao motor.